domingo, 25 de março de 2012

Reynaldo Gianecchini

Gianecchini passa fim de semana em Fernando de Noronha com a mãe

No aeroporto da ilha, ator usou máscara cirúrgica, para evitar contaminação

 O ator Reynaldo Gianecchini está passando o final de semana em Fernando de Noronha com a mãe, Helena.
 Ele chegou na quinta-feira (22) e, no aeroporto, usava máscara cirúrgica para evitar contaminação - o ator acaba de passar por tratamento contra um câncer. Simpático, circulou pela ilha, tirou fotos com moradores e turistas e tomou banho de mar. Na foto, Gianecchini está com os pesquisadores do projeto Tamar Mariana Oshiro e Felipe Bortolon. O ator pretende ir embora neste domingo (25), mas já avisou que pretende voltar.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Reynaldo Gianecchini

Reynaldo Gianecchini em campanha a favor do combate ao cancro infantil

 

 O ator brasileiro Reynaldo Gianecchini abraçou um novo desafio e surge agora numa nova campanha televisiva onde apela ao espírito solidário das pessoas para ajudar o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – Fumcad, através do qual a população brasileira poderá destinar até 3% dos seus impostos a instituições sociais, avança o PIPOP – Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica, citando a Comunicavale.


Gianecchini dá o rosto pela campanha do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Cancro (Graacc) para angariar fundos a favor do combate ao cancro pediátrico.
O actor, que sofre com um linfoma não-Hodgkin, um tumor que afecta o sistema linfático, submeteu-se, no início do ano, a um autotransplante de medula óssea e já está de regresso aos palcos com a peça "Cruel”, em cena num teatro de São Paulo.


Desde que foi diagnosticado com cancro, Reynaldo Gianecchini tem dedicado a sua luta de combate ao tumor a campanhas de sensibilização a favor de associações que ajudam doentes, sobretudo crianças, que lutam contra o cancro.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Reynaldo Gianecchini

Reynaldo Gianecchini pede doações a entidade que cuida de crianças com câncer


Em campanha, o ator vai informar sobre a possibilidade de destinar uma parte do imposto de renda a entidades beneficentes

O ator Reynaldo Gianecchini, a partir desta quarta, vai aparecer na TV para pedir doações a uma entidade que cuida de crianças com câncer. A campanha será veiculada pelo Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc) que deseja usar a verba arrecadada para ampliar o Instituto de Oncologia Pediátrico.

Diagnosticado com um linfoma em agosto do ano passado, Gianecchini já emprestou a imagem a outra campanha contra o câncer, em prol da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, a Abrale, em fevereiro. O ator é padrinho da Abrale e foi num vídeo veiculado pela instituição que ele falou pela primeira vez sobre a doença, em outubro.

No vídeo veiculado pelo Graacc, Gianecchini informa sobre a possibilidade de doar 1% do imposto de renda devido à instituição.

O ator voltou aos palcos na terça passada, quando dedicou à mãe a reestreia da peça Cruel, interrompida após a descoberta da doença.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Reynaldo Gianecchini

Reynaldo Gianecchini faz intensivo em spa nos dias de folga

Curado, feliz da vida, e com o cabelo já crescendo, Reynaldo Gianecchini, ou melhor, o grande Giane continuará passando os dias num spa nas datas em que não tem espetáculo em São Paulo. O galã quer recuperar a boa forma e os músculos.

Afastado do trabalho desde agosto do ano passado, período no qual se submeteu ao tratamento de um linfoma não Hodgkin de células T, o ator foi aplaudido de pé nesta terça-feira ao reestrear a peça “Cruel”.

                                          #ForçaGianecchini " Você nunca estará Sozinho"


quinta-feira, 15 de março de 2012

Reynaldo Gianecchini

Claudia Raia sobre Gianecchini: “Eu sapateava e cantava para ele no hospital”


No momento em que Reynaldo Gianecchini – Giane para os amigos – se sente, pela primeira vez, curado do câncer linfático, após um autotransplante de medula óssea, sua amiga mais próxima durante todo o tratamento, Claudia Raia, quebra o silêncio que se impôs e, a pedido do ator, fala abertamente sobre a experiência rica a seu lado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. E a torcida por sua cura.
“Aprendi demais com a postura do Giane diante da doença. Sei que minha missão na vida, todos esses meses, desde agosto do ano passado, passou a ser diverti-lo. Mas quem se beneficiou mais fui eu. Ele é um guerreiro com uma serenidade que não é deste planeta”.

A revista ÉPOCA que está nas bancas publica uma conversa minha com Giane de duas horas e meia, em seu apartamento nos Jardins, sobre todo o processo de superação e fé do ator, até seu “renascimento” com o transplante. Aproveito para compartilhar com vocês, no 7×7, o depoimento emocionado e exclusivo da Claudia Raia, em primeira pessoa.

 “É uma relação muito forte a nossa. Parece coisa de outras vidas. Começou na novela Belíssima, do Silvio de Abreu, no fim de 2005. Acho que esse papel do mecânico Pascoal foi um divisor de águas. Eu fazia a Safira. Tivemos uma química ótima. E era uma comédia, a primeira da trajetória do Giane.

“A partir daí, ele não teve receio de interpretar mais nada. É difícil ser bonito como o Giane é e decidir ser ator. As pessoas perseguem muito. Depois do Pascoal, ele ficou desprovido de qualquer formato de galã. Iniciamos uma grande amizade. Nós dois somos do interior. Temos o mesmo tipo de criação. Adoro a mãe dele, dona Heloísa, um dos melhores seres humanos que conheci, uma deusa.
“Quando o Giane foi diagnosticado com câncer, no finalzinho de julho do ano passado, estávamos para trabalhar juntos de novo. Eu tinha tido a ideia de chamá-lo para o musical Cabaret. O (Miguel) Falabella, diretor, também achou que o papel era a cara dele. O Giane tem muitos talentos que as pessoas não conhecem. Tem uma bela voz, é um barítono. Ia voltar a estudar dança. A gente estava muito feliz. Os personagens do musical precisavam dessa química que nós já tínhamos experimentado na televisão. É tão confortável ter intimidade no palco.

“Eu já andava meio preocupada com ele, sempre com alergia, gânglios, uma febrezinha. Dois dias antes de começarem os ensaios do Cabaret, eu estava num evento em São Paulo à tarde. Meu celular tocou e era o Giane: “Claudinha, você pode falar? Tenho uma coisa pra te contar. Eu estou com câncer”.

“Eu tive um pré-desmaio. O telefone continuou na minha mão mas eu ia cair, alguém me segurou. Tive uma ausência da realidade. Eu não sabia até então quanto eu o amava. Mas amava 10 vezes mais. O Giane disse: “Calma”. É inacreditável. Como assim ele tentar me acalmar? Ele não é daqui, juro, não é deste planeta. “Calma, vai dar tudo certo”, insistia ele. “Estou no Sírio, internado”.

“Bom, eu entrei no hospital e tenho a sensação de que nunca mais saí. Eu dormia ali, não vinha para casa nos primeiros dias. Era finalzinho de julho. Cheguei e ele estava meio escondido, cheio de gânglios saltados no rosto, na cabeça. Primeiro ouvi ele dizer: “Vou aparecer, viu?  E você não grita”. Pode? Acho que minha missão é diverti-lo. Sempre foi assim, a gente se diverte horrores. Ia ao hospital duas vezes por dia, antes de ensaiar e depois do ensaio.

“Esse menino é um guerreiro como poucas vezes se viu. Ele supera a função humana. Eu estive com ele todos os dias e eu não vi ele esmorecer um minuto. Não vi o Giane de mau humor. Nem se cansar. Nem irritado. Impressionante a certeza que ele tinha da cura. A certeza de que ele precisava passar por aquilo. Eu aprendi demais do lado dele. Eu tenho 45 anos e acho que não aprendi na vida o que aprendi com ele nesses últimos oito meses.

“Não é só por ele estar doente nem porque amo ele. O Giane esteve presente em todos os momentos de composição de minha personagem no Cabaret. Eu dançava pedaços de coreografia no hospital. Ele perguntava sobre os ensaios, pedia que eu cantasse. O material fotográfico levei todo para ele ver. E ouvia suas opiniões e criticas: talvez aqui, talvez ali fosse melhor assim.

“Ele fugiu dos médicos, contrariou a dra Yana, maravilhosa, para ir no ano passado ao ensaio do musical no Espaço Chaim. Ele foi de máscara. Eu botei um sofá, o Giane ficou todo constrangido porque todo mundo o aplaudia, contente de ele estar ali. No primeiro mês de ensaio, eu estava presente de corpo mas não fui, você entende? Eu não estava inteira ali, eu não queria substituí-lo, porque achava que podia não ser câncer. Depois de um mês, todo mundo numa torcida louca, ficou claro que não dava.

“É tão simbiótica nossa relação que, quando eu fiquei “para sempre” no Sírio, eu perdi a voz durante três semanas. Eu ia ensaiar sem voz o musical. E dizia ao Giane no hospital: “Você só não me manda embora daqui”. É como eu tivesse que ir lá realimentá-lo.

“Vi ele passar por coisas inacreditáveis. Na UTI, quando ele quase morreu (no início, antes da quimioterapia, quando a colocação de um cateter perfurou acidentalmente sua veia). A pressão do Giane desceu a 3. Dona Heloísa (a mãe) e eu chegamos às 3h da manhã. Eu fiz o (dr Raul) Cutait sair do centro cirúrgico para explicar. Giane estava transfigurado. Eu falei: “Credo, você está  com a boca inchada, maior do que a da Aline Moraes, parece a Angelina Jolie”. Eu sapateava, fazia loucuras para ele rir.

“Giane tem muitos amigos. Todos estavam presentes da maneira que podiam. Eu tive a sorte de poder estar com ele. A segunda vez que eu ia era depois de meia-noite. Eu sempre fugia da imprensa, entrava e saía pela porta dos fundos do Sirio.

“E depois aconteceu a coisa do pai dele. Ele me disse ao telefone: “Meu paizinho partiu, mas foi lindo, cantei a música Nossa Senhora do Roberto Carlos, o quarto dele estava todo branco”. E emendou: “Como foi seu ensaio?” Eu dizia que isso não tinha a menor importância mas ele queria participar de tudo, da vida.

“A gente passou a conviver com muita gente bacana, crianças espetaculares, uma menina de 10 anos que tem leucemia há oito. A minha vida inteira eu ajudei o Hospital do Câncer do Rio de Janeiro, eu animava as crianças, contava histórias. Depois que tive meus filhos, parei. Mas lá estava eu de volta, animando o Giane. A vida é muito louca.

“Sua cura é um milagre. Ele foi muito ajudado espiritualmente. É pelo merecimento. Ele tem uma conexão direta com Deus. Medita quando acorda. Estivemos juntos na corrente Bezerra de Menezes. Eu falei, “Giane, você está prestando um serviço tão importante para as pessoas”. A figura de um homem vencedor, bonito, saudável, que tem câncer e briga para viver. A mensagem que fica é que tudo é possível. Ele sempre repetia a frase: amanhã é um outro dia.

“Agora, a gente tem planos de viajar juntos para celebrar. Tenho uns intervalinhos no trabalho. Quero muito que ele faça um musical. Ele vai voltar a estudar canto e balé. Mas agora é um momento frágil, ele renasceu em fevereiro. Se não é a gente para dar uma travada, o Giane já estaria indo para o Rio, para a praia.

“Às 7h da manhã ele me ligou em janeiro para dizer que o transplante de medula tinha dado certo. Ele disse: “Você é a primeira a saber que estou curado”. Era um chororô no telefone. Eu não pude ir logo porque eu estava com gripe. Depois melhorei e entrei com luva, máscara, tudo.  Comprei uma torta de nozes que ele adora, “Amor aos pedaços”. A gente cantou parabéns. E noutro dia ele esperou eu sair do teatro para a gente ir a um restaurante japonês, porque ficou muito tempo sem poder comer nada cru.

“É muito bom estar do ladinho dele. É muita alegria. Essa guerra está ganha porque ele merece.”


Reynaldo Gianecchini

'Estou curado', diz Reynaldo Gianecchini a revista

Antes de voltar aos palcos com 'Cruel', o ator conversou com a 'Caras' em um spa em Gramado (RS).

 

"É como se eu fosse um bebê que precisa de cuidados, pois não tenho muitos anticorpos. Não posso dar mole. Estou curado, mas ainda preciso de acompanhamento médico pelos próximos cinco anos", afirmou Reynaldo Gianecchini em entrevista à revista "Caras" desta semana.
Nesta terça-feira, 13, Gianecchini voltou ao trabalho reestreando a peça "Cruel", no Teatro Faap, em São Paulo.

Foi durante temporada desse espetáculo, em agosto de 2011, que o ator descobriu que tinha um linfoma de não-Hodkin, um câncer no sistema linfático.
Em 12 de janeiro deste ano, Gianecchini se submeteu a um bem-sucedido transplante autólogo de medula óssea.

Spa

Ainda de acordo com a "Caras", antes de retomar o trabalho, Gianecchini passou uns dias descansando em um spa em Gramado (RS). "Após tanta química, é hora de desintoxicar e recompor o corpo do estresse que ele passou."
O ator também comentou qual foi o seu primeiro desejo ao saber que o transplante tinha dado certo. "Recuperar o apetite e o sabor dos alimentos. Os remédios tiram a sensibilidade. Também queria sentir o tônus do meu corpo. Mas, quando cheguei em casa, não pude fazer isso, estava debilitado... Tudo vai acontecendo aos poucos."

Filhos

Para a publicação, ele também falou que, mesmo tendo passado pela quimioterapia, não armazenou sêmen. O tratamento pode provocar esterilidade.
"Conversei sobre isso com o médico e quem passa por esse tratamento realmente pode ficar estéril, mas não achei necessário armazenar sêmen. Quero ter filhos, sei que a hora vai chegar e confesso que, após a morte do meu pai e a doença, a continuidade da vida é algo em que penso com mais intensidade", falou Gianecchini para a "Caras".

Ainda na entrevista, Reynaldo Gianecchini também falou sobre o retorno à telinha. "No segundo semestre, inicio as gravações da novela 'Guerra dos Sexos', de Silvio de Abreu. Estou animado. Silvio é um paizão por quem tenho gratidão eterna. Ele me deu papeis que marcaram a minha carreira."

quarta-feira, 14 de março de 2012

Reynaldo Gianecchini

Após reestreia no teatro, Reynaldo Gianecchini vai a restaurante

Ator comemorou volta aos palcos ao lado da mãe e de amigos.

 Após reestrear no teatro com a peça "Cruel", na noite desta terça-feira, 13, em São Paulo, Reynaldo Gianecchini comemorou a volta aos palcos em um restaurante no luxuoso bairro dos Jardins. O ator chegou ao local acompanhado da mãe, Heloísa, e recebeu o carinho de amigos como Marcos Pasquim e Erik Marmo.